"In your brown eyes

I walked away

In your brown eyes

I couldn't stay"

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

Only By The Night

Hello! =)

Para (não) variar, peço desculpa pela enorme ausência ^^'

É que nós andamos um bocado desleixadas xD

Era para ser a Rita a postar este capitulo, mas como ela tá mais para lá do que para cá sou eu x)

Vamos tentar postar mais frequentemente agora :)

Bjo. <3

 

 

 

11º Capitulo

 

 

- Pois foi… - Murmurou meia aluada, relembrando tudo o que se tinha passado na noite anterior. Levantou-se, e assim que o fez as suas costas estalaram sonoramente. – Ai. – Gemeu de dor. – Lembra-me de nunca mais adormecer num sofá. – Pediu enquanto tentava endireitar-se e ignorar ao máximo as dores que sentia nas costas.

 

- Digo-te o mesmo. – Imitou-a.

 

Entretanto Mia apareceu na sala, espreguiçando-se preguiçosamente. – Bom d… - Estatelou assim que deu de caras com Tom. – Ou dormiste aqui ou chegaste mesmo agora. – Afirmou elevando uma sobrancelha. – Qual dos dois?

- Dormi aqui. – Acabou de se vestir vagarosamente.

 

- Hum… o que é que vocês os dois andaram a fazer aqui em casa sozinhos? – Perguntou com um toque de malícia impregnada na voz.

 

- Eu vim fazer-lhe companhia ontem à noite e nos estivemos no… au! – O rapaz guinchou a meio da frase assim que sentiu a morena beliscar-lhe a perna direita, num acto que demonstrava rigorosamente que ela não queria que ele contasse a alguém sobre o que se tinha passado no telhado. – No sofá. – Completou, mudando a última palavra, enquanto olhava a de olhos azuis pelo canto do olho. – Vimos um filme e começamos na brincadeira e acabamos por adormecer aqui mesmo. – Finalizou.

 

Mia cruzou os braços sob o peito e encostou-se à parede. Toda aquela história não fazia sentido.

 

- Brincaram ao quê? – Enrugou o lábio superior.

 

A de cabelos castanhos chocolate abriu muito os olhos, aflita, sem saber o que dizer ou fazer. Olhou rapidamente para o de tranças e abriu várias vezes a boca, tentado soar algum tipo de som. Ele riu-se, apertando o cinto das calças. Depois, sentou-se novamente e calçou-se.

 

- Aos médicos. Também querias, Mia? – Colocou o gorro na nuca e ajeitou a camisola, enrodilhada.

 

- Dispenso brincadeiras dessas contigo, Tom. – Revirou os olhos, preparando-se para se servir de panquecas.

 

- É uma pena, Mia. Não sabes realmente o que perdes. – Agarrou no telemóvel. – Vou-me embora. Se me precisarem de alguma coisa já sabem. – Beijou cada uma no rosto e saiu de casa, caminhando pelas ruas frias e cobertas por nevoeiro. Levou as mãos aos bolsos e bufou, vendo o seu vapor sair, à medida que respirava.

 

Continuou a sua caminhada com o seu destino pré-definido para sua casa. Sorriu ao relembrar tudo o que tinha acontecido na noite passada. Concordava plenamente que Kimberly tinha uma excelente voz. Ficara feliz com a música que ela escolhera para cantar para ele. Não era qualquer rapariga que tinha o poder de o enfeitiçar daquela maneira. Não percebia o que sentia, mas sabia que aquela rapariga era especial. Quem sabe não se viessem a tornar nos melhores amigos… ou talvez algo mais.

Kim queria que ele guardasse segredo sobre aquilo. E apesar de o querer fazer a 100% ele esperava que ela compreendesse que não faltaria muito até Bill saber também; os gémeos não tinham quaisquer segredos, e este não seria o primeiro.

Ao chegar à porta de casa revirou os bolsos das calças, procurando as suas chaves. Não as encontrou! Devo tê-las deixado em casa delas, pensou. Espero que o Bill esteja em casa.

Tocou à campainha, e não demorou muito até esta ser aberta de rompante, mostrando um ser idêntico a si. Se não fossem as roupas extravagantes, o cabelo e a maquilhagem.

 

- Bom di…

 

E antes que pudesse terminar, o seu maxilar latejava de dor, ao receber o punho fechado de Bill.

 

- Au! – Queixou-se, verificando se tinha o maxilar inferior deslocado ou não. – Para quê que foi isso? – Entrou dentro de casa, embatendo violentamente com a porta.

 

O mais novo virou-lhe costas, indo para a sala.

 

- Estás-te a passar?! – Berrou.

 

- Tu és um cabrão! – Apontou-lhe o dedo. – Não sabes o quanto fiquei preocupado contigo! E depois quando te ligo dizes-me que estás a comer a gaja!

 

- Eu? – Apontou para si mesmo, abrindo muito os olhos – Ontem à noite eu e ele… – Apontou para a braguilha. - Estivemos bem quietinhos!

 

O gémeo revirou os olhos e cruzou os braços, batendo com o pé freneticamente no chão.

 

- Não foi isso que me disseste quando te liguei.

 

- Nem me lembro de me teres telefonado! – Exclamou.

 

- Disseste que estavas a dormir com a Kim no sofá.

 

Ele coçou a cabeça, bufando logo de seguida.

 

- E dormi. – Respondeu. – Mas apenas dormi, Bill!

Fitaram-se em silêncio por breves instantes. Tom agarrou numa almofada de decoração e atirou-a contra a cara do mais novo. Que refutou logo a seguir.

 

- Deixa-te de tretas! Preciso de te contar uma cena muito importante.

 

- O que foi?

 

- Promete que não contas a ninguém. – Sentou-se. – É segredo, Bill.

 

- Estás-me a deixar preocupado. – Sentou-se num puff.

 

- Não é nada de preocupante… - Pelo menos não o era muito, porque se Kim quisesse continuar a esconder o seu talento por muito mais tempo, aí sim, seria preocupante. – Mas primeiro promete. – Olhou-o nos olhos.

 

- Sabes que sim, Tom. Não preciso de te prometer nada quando tu queres que eu guarde um segredo. Sabes que podes confiar em mim. – Incitou.

 

- Eu sei. – Suspirou. – Mas o segredo não é meu, é da Kim. Ela nem sabe que eu te vou contar, mas eu espero que ela depois compreenda. Tu és meu irmão gémeo, eu nunca te escondi nada e…

 

- Desembucha rapaz. – Atirou já a ficar impaciente; odiava rodeios.

 

- Ontem à noite quando fui lá a casa ver se a Kim queria companhia ouvi alguém lá dentro a cantar. A voz era tão doce, tão suave, tão bela, tão… petrificante. Fiquei completamente petrificado a ouvir; tal e qual quando te ouço a ti a cantar. – Fez uma pausa esperando que Bill dissesse alguma coisa. Como não se pronunciou continuou. – Fiquei encostado à porta do apartamento a ouvir aquela melodia, acabei por fazer um pouco de barulho e ao que parece ela ficou assustada, pois abriu a porta atirou-me com uma jarra à cabeça. – O mais novo arregalou muito os olhos assim que o outro lhe mostrou o seu braço ligado. – Ela rapidamente se desculpou e tratou de me socorrer. – Sorriu ao relembrar o ar aflito da rapariga. – Digamos que com um toque de magia a convenci e ela acabou por me confessar que era ela a dona daquela voz. – Riu. – Levei-a até ao telhado e vendei-lhe os olhos para que ela não sentisse vergonha ao cantar para mim. Produzi a melodia com a minha guitarra e ela cantou uma música linda que me fez sentir como se mais nada existisse à nossa volta. – Voltou a sorrir com um brilho inexplicável no olhar. – Mas ela está a ser parva. Ela não quer reconhecer o talento que tem. Tem vergonha de cantar à frente de pessoas porque diz que todas lhe diriam que ela tem uma voz horrível e não tem jeito para cantar. – Revirou os olhos. – Além disso diz que tem de ser médica tal como os seus pais lhe mandaram e blablabla. Mas devias de a ouvir Bill, ela é fantástica. – Inclinou a cabeça para trás e fitou o tecto, finalizando assim o que queria contar.


Oiço: By your side - Tokio Hotel

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 19:26
Link do post | Adicionar aos favoritos
De CatarinaDgaf a 1 de Julho de 2010 às 23:54
ADOREI OMG! *-*


O tom tão fofinho a contar ao bill :$ mesmo fofinhooo *.*


adorei tb o soco do bill XD


Comentar:

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.


Autoras:

Pesquisar:

 

Recente:

Only By The Night

Only by the night

Only by the night

Only By The Night

Only By The Night

Only By The Night

Only By The Night

Only By The Night

Only By The Night

Only By The Night

Arquivos:

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Fic's:

Only by the night

Marie

Blood

Quando eu crescer II